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EDUCAÇÃO

Estamos numa época onde o que mais se discute é a "INCLUSÃO" ou não de crianças especiais em escolas regulares.

Refletindo sobre este assunto, levantamos alguns aspectos que devem ser considerados e respeitados em cada uma destas opções, deixando que cada pai e/ou profissional, busque a melhor solução para a sua criança.

Não podemos deixar de considerar estes e vários outros aspectos em relação ao indivíduo pois isto não é um assunto partidário mas sim, muito particular.

Escola Normal
Escola Especial
Socialização com crianças "normais".
Socialização com crianças com alguma patologia.
Criança fazendo parte do grupo, sem cuidados especiais.
Criança faz parte do grupo, com atenção semelhante à de outras crianças.
Os objetivos devem ser mantidos, com a adequação da atividade (quando necessário).
Os objetivos e as atividades são preparados e adequados a cada criança.
O ritmo da aprendizagem deve ser respeitado, preservando-se o grupo e a relação social estabelecida.
Sempre estar preocupado com a continuidade do processo pedagógico, mesmo que a criança não adquira todos os pré-requisitos necessários.
A criança deve produzir por si só, por pior que possa parecer a sua produção.
Não produzir por elas, nem deixar outras crianças "normais" fazerem isto.
Não produzir por elas.
Devemos garantir a constância das coisa" como resposta. Não se deve aceitar "qualquer resposta.
Na medida do possível, respeitar a faixa etária da criança para inseri-la numa classe.